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Como superei uma lesão no quadril

Atualizado: 24 de Mar de 2019

Eu gostaria de compartilhar a minha experiência em um momento muito difícil da minha trajetória como corredora.


Me apaixonei pela corrida em 1999, acho que essa parte eu nem preciso explicar. Ela tem esse poder de encantar a gente e acho que todo corredor sabe do que estou falando. Eu tive que conciliar estudos, família e cuidados com o filho mais a rotina de treinos.


Em 2010, eu comecei a participar das corridas de rua, em provas de #5km e #10km como essas que estão no calendário de corrida do Rio de Janeiro, minha cidade. Mas só em 2012, com a orientação da minha treinadora Cláudia Melo, corri minha primeira meia maratona: a minha prova predileta.


Em 2016, estava cansada de correr no asfalto e resolvi variar o piso. Foi quando decidi correr em trilhas. Só que tinha abandonado o fortalecimento muscular. O resultado disto aconteceu no final de fevereiro daquele ano: lesionei o quadril. A parte ruim veio por causa de um erro praticado por muito de nós, eu acho: não parei de treinar. E isto fez com que a lesão se agravasse.


Decidi procurar um ortopedista, mas tive a infelicidade ter um diagnóstico errado, provavelmente pelo motivo dele não ser um especialista do esporte. Enquanto isso a dor só piorava. Era uma dor que se estendia para a virilha e que me fazia mancar.


Nesse momento, eu estava muito assustada! A dor estava presente até mesmo quando eu estava parada. Portanto, não era só medo de não voltar a correr, mas medo de ter que conviver com aquela dor para o resto da minha vida.


Mas a luz no fim do túnel veio logo depois de ter buscado a orientação de um fisioterapeuta esportivo. Marcos Bastos, da Dr. Fisio, me orientou e ajudou muito durante minha recuperação. Lembro até hoje a frase que ele disse: “você está com fraqueza no glúteo médio”. Ele me ensinou alguns exercícios e disse que eu teria que praticar para o resto da vida, até mesmo se eu parasse de correr.

Confiei e segui todas as instruções com disciplina e me recuperei a tempo de correr a minha prova predileta: a Meia da Caixa. Corri sem sentir dor! Não fiz em um bom tempo, mas concluí correndo. Meses depois participei da Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro. E no ano seguinte, outras seis corridas de #21km.


Por fim, o que eu tenho a dizer é: não se desespere, procure a ajuda de profissionais ligados ao esporte e tenha disciplina. Afinal, nosso corpo é o nosso maior tesouro.


Minhas medalhas nas corridas de 21km

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